São muitas as coisas que se perdem e que ficam esquecidas no tempo. Porém, existe sempre algures pelas nossas fantasias um universo pertencente ao domínio do fantástico, e nesse nunca vamos conhecer o seu fim. No fundo é por isso que ainda me sinto vivo, a minha fantasia ainda não terminou e espero um dia voltar a viajar à velocidade da luz, com todos vocês do meu lado de novo. Agora estou cansado e não me sinto um verdadeiro pássaro em liberdade. Foi um prazer conhecer-vos e um prazer viajar convosco. Até breve.
Obrigado a todos pelos vossos misteriosos comentários natalícios. Desta vez não vou responder um a um com faço desde sempre, pois o último post é dedicado a todos vocês e é lá onde vão sempre habitar unicamente as vossas palavras e sonhos da magia deste Natal(um dia mais tarde vou gostar de ler =) ). Afinal de contas, estamos todos nisto pela viagem. Uma viagem que ainda nenhum de nós quer perceber e conhecer o seu fim. Por estes lados já se ouvem cantores e guitarristas aventureiros a cantar as Janeiras, uma grande salva de palmas para todos eles. Bom ano para todos! Muito obrigado!!
Eis mais um agitado sonho contado em forma de vídeo. Desejo que todos desfrutem de toda esta época festiva, onde a magia e a alegria são mais do que uma realidade e não apenas um sonho. Espero novas aventuras para 2010, ao vosso lado! Um grande abraço!! André Jesus
Eis-me de pernas para o ar, a brincar no mundo em que a agitação cria cenários ao contrário. Alguém que amorteça a minha queda por favor.

Para mim a arte sempre foi um lugar solitário. Nunca fui pessoa de procurar um lugar no topo. Porém, sempre procurei o cume da montanha que existe na minha mente e nunca tive receio de apresentar as minhas emoções das mais variadas formas e feitios. Espera-se, com grande nervosismo e agitação, que em meados de Fevereiro do próximo ano apresente a minha nova grande aventura, uma tentativa falhada ou o bonito começo de muitas outras coisas que noutros tempos não passavam de constantes falsas partidas. Até lá, há muito trabalho para idealizar e muito suspense para gerir e criar. A personagem principal em toda esta aventura manter-se-á esquecida no mistério. Imaginação ou realidade? Fevereiro de 2010 aproxima-se a uma velocidade vertiginosa. A viagem não vai ser curta. Apertem os vossos cintos e segurem-se bem a qualquer coisa.Tenho de ir! 
Esta é para todos aqueles cibernautas aventureiros que por aqui viajam! É impossível conhecer as caras e os corações de todos. Mas afinal de contas, quem é que está aí desse lado!? Quem é que hoje abre a pista de dança?
Tornei-me uma personagem menos presente no mundo das dúvidas e das incertezas. Um bonito sinal que estou finalmente esclarecido em relação aos quais são, ou não são, as minhas derradeiras lutas. No universo das criações há sempre tempo para tudo: dúvidas, certezas e incertezas. Mas hoje acabaram-se as hesitações e um frenesim de energias começou por tomar conta do meu corpo. Há dias em que inevitavelmente as horas se atropelam umas às outras e os segundos passam tão rápido que facilmente são esquecidos. Mas eu continuo por aqui, como que aconchegado do frio e da chuva e de muitas outras coisas.
Imaginem, algures num mundo solitário e silencioso, uma pequena sala vazia fechada. Onde dentro dela, imagens e cores acontecem vertiginosamente à velocidade da luz e em simultâneo libertam por todo o espaço um colorido rasto de acontecimentos agitados. Agora imaginem vozes, de muitas pessoas conhecidas por todos nós a ecoarem na mesma sala, como se estivéssemos todos juntos e não existisse espaço nem imaginação para o desconhecido. O resultado torna-se alucinante. Não sabemos onde estamos e o que somos. Sabemos que temos um objectivo comum. Cria-se um grupo, nasce uma bonita amizade. Misturam-se memórias, vozes, cores, imagens… Gestos, emoções e desejos. Surgem dúvidas, ideias e desastres. Explodem tentativas falhadas de atingir um determinado objectivo.
A minha guitarra transformou-se numa prefeita homenagem. Road To Nowhere é o nome da música, Talking Heads é o nome da banda que a faz ouvir desde os anos 80 até aos dias de hoje e David Byrne é a personagem principal em todo este épico cenário. Senhoras e senhores, editada por mim (com uma preciosa ajuda de alguém), eis a minha guitarra em homenagem à música pela qual sinto uma enorme admiração mágica. Vamos isto Byrne! Vamos a isto!
Hoje acordei a dançar esta em cima da cama, com as calças de pijama na mão... Resta-me tentar descobrir com o que raio andei a sonhar pela noite fora. Thank you Mr. Bowie. Ora anotem por favor: